Foto de 9/Outubro/2005
No final da tarde, senti uma angústia tão grande, sem saber porque. Deitei, e veio logo a imagem do meu pai no hospital, em seus últimos dias. Parecia um filme, em que eu estava ao seu lado e contando para a médica que ele não foi um pai perfeito, por não ter aprendido a demonstrar carinho, aos filhos (mas aos netos..., kkkkkkkkk). Mas dizia à ela como ele e minha mãe, também doente, eram amados por todas as pessoas que os conheciam. E como haviam criado os cinco filhos tão bem, dando amor, sempre se preocupando e cuidando de cada um. Fomos e somos uma família feliz, graças à eles dois.

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